Hoje eu tive o desprazer de usar dos serviços de metrô da cidade do Rio. Os carros são caídos, as estações também.Mas isso não me incomoda muito, estações acanhadas e trens ruins eu também vi por todos os lugares que eu fui, o problema está no projeto das linhas.
Antes de falar do sistema de trem, devo falar da figura do " trem de superfície". O serviço de Metrô oferece um ônibus mais barato para alguns destinos na zona sul onde os trens de fato não alcançam e tem a coragem de chamar o serviço de Trem de Superfície.
Bem, pra mim Trem de Superfície é aquele que, pra começar é trem, roda sobre trilhos e toda aquela formalidade FERROviária, aparentemete aqui no Rio isso é apenas um detalhe sintático.
Mas a criatividade de transportes urbanos não poderia simplesmente parar com uma pequena anedota, algo mais abrangente deve acontecer,o que fazer?
Eis que então os responsáveis pelo planejamento das linhas tiveram a brilhante ideia de fazer a linha verde e a laranja rodarem sobre os mesmos trilhos, já que não há diferença de níveis entre elas.
Então trafegam na mesma linha os dois tipos de condução. Um distraído pasasgeiro indo para a zona norte pode querer ir para a não tão longe Tijuca e parar na far far away Pavuna.
Mas notem a zona sul, uma linha acaba em botafogo, enquanto a outra se extende até Ipanema, portanto, se você pegar o primeiro trem que aparecer na, digamos, Cinelândia, podes ser forçado a parar em Botafogo e ficar aguardando pelo "trem certo".
Se tem duas linhas, a façam em níveis diferentes para rodar no mesmo trajeto, se elas só se bifurcam no estácio, faça a discriminação de linhas só lá. É só isso que eu peço, bom senso.