quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Corrupção Estomacal

Muito me anda frustrando comer fora de casa.Como amante e praticante da boa cozinha me incomoda profundamente a falta de cuidado na execução de pratos simples por todos os restaurantes que eu vou.Naturalmente isso não é uma crítica ao Aquarius ,que de tão caro nem sei onde fica, e afins, isso é uma crítica à comida que a classe média come em restaurantes de classe média e não reclama

Eu não sou um chato, não mando prato voltar nem reclamo com ninguém do lugar, simplesmente evito voltar ao mesmo lugar, sugiro que inclusive façam o mesmo, porque quem não liga para o que sai de suas cozinhas não ligará para reclamações.

De fato, nunca são coisas enormes que atrapalham minhas refeições, mas são detalhes que me incomodam porque eu, que não tenho nenhum treinamento culinário, percebo e não cometo quando cozinho em casa, posso até estar sendo ranzinza ou exagerado, mas acho que não custa nada fazer uma comida um pouco melhor sem gastar nada, a não ser atenção aos detalhes.

Anda foda até comer um sanduíche bem-feito

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Singing in the rain(2)

O problema de enchentes por todo o Sul-Sudeste brasileiro é a maior mostra da ineficácia e morosidade dos nossos governos em geral.Sempre tem a desculpa do choveu demais, mas a pergunta é:Por que todo o ano chove demais e nunca,nenhuma prefeitura,governo estadual ou federal tem um plano para emergências municipais e locais?
Não pensar no pior, estando em um país onde chuvas torrenciais são correntes em grande parte do território é uma imensa negligência e beira a má fé.
Má fé essa que não duvido que haja, uma vez que em época de calamidades sempre há um aporte financeiro extra a ser gerenciado por estados ou municípios e, no fim das contas eles acabam por lucrar ou beneficiar seus colegas através de uma administração incompetente.
No Brasil temos um desastre natural antigo e conhecido, as chuvas torrenciais, e ainda constróem novos empreendimentos em zonas onde essas chuvas ocorrem(como Niterói, por exemplo) com o esgoto ligado às águas pluviais.Até um mero estudante de direito como eu sabe que isso não pode acabar bem

sábado, 22 de novembro de 2008

Moldes

A sociedade é um jogo de Lego, sempre tem que te encaixar de algua forma,mesmo que este seja nao te encaixar em lugar algum.
Temos uma pasta de rótulos debaixo do braço o tempo todo e sempre a usamos para medir e definir a todos, temos uma incessante necessidade de prejulgar à tudo, inclusive à nós mesmos, como certinhos, playboys, roqueiros, emos, malucos....
Isso é um fator complicador.Não acredito numa pessoa que a todo o momento sabe exatamente o que ela é ou pensa, isso tem que mudar o tempo todo,não se pode ser inflexível isso gera falta de espontaniedade te torna previsível.
É medo de se expor e fazer com que outros vejam coisas que geram medo de não aceitção e é por isso que esse roqueiro, comunista e implicante que vos fala para por aqui

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Sites in ingrish

Recomendo a quem sabe inglês, mesmo que tenha que fazer um esforcinho dar uma olhada no http://www.theonion.com/content/index , um site de humor irônico de primeira

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Turn off the lights

Como a música virou o que ela é hoje?Tudo virou uma batida uniforme,com letras parecidas, feitas para não saírem da sua cabeça e ao mesmo tempo que não dizem nada,nem são sequer escritas ou "melodiadas" pelos integrantes das "bandas"(banda que nao compoe,escreve e toca playback é entra aspas mesmo).
Eu posso parecer um chato no assunto música, mas tudo o que eu quero é uma expressão de emoção, de paixão pela música, de usá-la da maneira correta: para transimitir sentimentos e não para encher a sua conta bancária, tão somente.
É um sofrimento saber que 80% das suas bandas favoritas nunca irão produzir mais nada e eu acho sinceramente que uma das formas de expressão mais fantásticas da humanidade está se morrendo por overdose de ganância.O dinheiro está assassinando a verdadeira música

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Break on through to nowere

Os anos 60 e 70 foram palco das mais fantásticas histórias, quebras de paradigmas e desilusão do sec. XX.
Uma sociedade keynesiana, de pleno emprego e amplas garantias sociais, tornou possível que uma geração inteira parasse de se preocupar um pouco em ganhar o dinheirinho deles e passassem a se coincientizar com o que acontecia ao redor deles, tanto na política quanto na sociedade. Nos organizamos para lutar contra a segregação racial nos EUA, contra a opressão sovética à Thecoslováquia na primavera de praga, contra a guerra do Vietnã e, para mim, somente menos impotante que a questão racial,lutamos contra o fato das mulheres serem cidadãs de segunda classe em todo o mundo.
Foi sem dúvida um movimento de quebra, com queima de sutiãs e pregação do sexo livre através do uso do anticoncepcional. E deu certo.Estaria sendo hipócrita se disesse que as mulheres são tratadas com igualdade de oportunidades, principalmente em nossa machista sociedade brasileira, contudo nem por aqui há choque ao ver mulheres em cargos de chefia.
O keynesiansmo ruiu pelas mãos de Reagan e Tatcher( 1ª ministra na década de 80!), a música se tornou algo vazio e comercial e não existe mais opressão sovética por falta de uma URSS, portanto voces mulheres ficaram com o legado mais importante de uma geração genial e questionadora, não disperdiçem se desvalorizando ao gostar de ser tratada como objeto ou deixando que isso aconteça, sejam independentes.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Singing in the rain

Hoje pelo temporal andei, na verdade corri,e tive um daqueles momentos onde voce, mesmo cercado de toda a modernidade e confortos da vida moderna se vê um nada perante as forças da natureza.
Não estou falando dos alagamentos, e sim da chuva propriamente dita, caindo sobre mim como se lavasse minha alma, me fizesse sentir melhor com a vida.
Andar na chuva é uma terapia das melhores, principamente sem guarda-chuva ou capas, só voce e o aguaçeiro, voce e a natureza, mesmo rodeado por prédios